Fanatismo em diferentes maneiras

Engana-se quem pensa que o fanatismo adventista ficou restrito ao perfeccionismo barulhento da campal de Indiana. Desde o início do movimento milerita, os adventistas tiveram que lidar com diferentes formas de excessos, excentricidades doutrinárias e métodos.
Sobre o fanatismo, Ellen White escreveu:

“Tenho estudado a maneira de fazer publicar novamente esses casos antigos, de maneira que mais pessoas dentre nosso povo sejam informadas, pois de há muito tenho conhecimento de que o fanatismo se manifestará outra vez, em diferentes maneiras.”[1]

Em diferentes maneiras. No caso dos Mackin, foi sem ruídos, gritos ou tambores. Mas você pode estar perguntando: “quem são os Mackin e por que eu nunca ouvi falar neles?” É exatamente esse o problema: não há motivos razoáveis para a popularidade da campal de Indiana e o desprezo à experiência dos Mackin nos fóruns de música adventista.

Em 1908 (após a campal de Indiana), o casal Mackin relatou a Ellen White suas experiências extáticas que foram posteriormente reprovadas pela Mensageira do Senhor. O próprio evento dos Mackin já parecia ser uma repetição de fanatismos anteriores. Segundo Ellen White, “parecia uma cópia daquilo que havíamos sido chamados a enfrentar e corrigir em nossa primitiva carreira”.[2]

Ellen White lembra: “Parecia-me estar numa reunião em que se faziam apresentações da obra estranha do irmão Mackin e sua mulher. Fui instruída de que era uma obra semelhante à que fora conduzida em Orrington, no Estado do Maine, e em vários outros lugares depois da passagem do tempo em 1844. Foi-me mandado falar decididamente contra essa obra fanática.” [3]

Por que os adventistas nunca se interessaram por esse evento tanto quanto pelo de Indiana?
Ele contém os mesmos elementos da experiência de Indiana: é carismático/pentecostal, envolve música também e foi combatido com advertências proféticas.
Que tal levarmos em conta isso?

A Música da Sra. Mackin
A conversa entre Ellen White e o casal Mackin aconteceu em 12 de novembro de 1908 (depois do incidente em Indiana) e tem uma boa parte registrada em Mensagens Escolhidas, nos volumes 2 e 3.[4]

As experiências da sra. Mackin envolviam “cantar no Espírito” (canto espontâneo), falar em línguas estranhas e o suposto dom de profecia. Não há relato do uso de instrumentos, a não ser o piano usado num teste vocal. A música é um elemento central nesse caso, e foi citada por Ralph Mackin como evidência da veracidade da experiência deles. Veja uma parte do relato da conversa:

Ralph Mackin: "Eu fui ao centro da cidade, a serviço; e o Espírito de Deus disse à Sra. Mackin que ela fosse ao local do acampamento, e cantasse ali; e lá Ele lhe diria o que devia cantar. E ela chorou como uma criança, e parecia mesmo que não conseguiria suportá-lo, porque o Senhor lhe mostrou a condição de nosso povo - logo cairiam as pragas, e eles não estavam preparados. Não havia nenhuma reunião em andamento, e o Espírito do Senhor desceu sobre ela quando chegou ao local do acampamento, e (voltando-se para a Sra. Mackin) você pode dizer-lhe quais as palavras que cantou.

Sra. Mackin: O Senhor colocou este encargo sobre mim. Eu não pude resistir-lhe. Eu queria tanto contá-lo, e cantar tanto aquele cântico! E não pude livrar-me disso até que eu o fiz. "Oh! ore", disse eu para a irmã Edwards; e assim eu me levantei no local do acampamento e cantei exatamente o que o Senhor me deu. O Senhor - isto é o que eu cantei:

"Ele vem vindo; Ele vem vindo; Preparai-vos; preparai-vos. "


E então (cantei) aquela declaração em Primeiros Escritos:
"Quantos vi chegarem ao cair das pragas sem um abrigo! Recebei o Espírito Santo."

São estas as palavras que eu cantei. Eu as cantei reiteradas vezes. Eles as ouviram em todas as partes do local do acampamento, e se reuniram; antes disso, porém, o Senhor mostrou-me como eles torceriam as mãos quando as pragas estivessem caindo. O Senhor pode mostrar alguma coisa num momento apenas, melhor do que se o contasse para nós. E assim Ele me mostrou como eles torceriam as mãos, e isso colocou sobre mim um fardo maior do que qualquer outro. Bom, foi então que eles nos prenderam.

Eu perguntei a um dos ministros, na tribuna das testemunhas - ele era um homem da Pensilvania - "Você consideraria aquele canto suficiente para causar distúrbio a uma campal?". Ele disse, "Eu nunca ouvi um canto como aquele em minha vida. Ele me emocionou profundamente" . Isto é o que todos diziam. É o mais lindo tom de voz, e parece nos erguer acima da terra.

É quando o canto é improvisado - ditado pelo Espírito - que ele é mais admirável. Se a senhora tem alguma luz para nós..."

Ellen G. White: Não sei se tenho alguma coisa especial que eu possa dizer. Haverá coisas que acontecerão bem no fim da história terrestre, segundo me foi apresentado, semelhantes a algumas coisas que vocês apresentaram; mas não posso dizer algo sobre esses pontos agora.

Ellen G. White: Que lugar foi esse em que ocorreu o canto de que vocês falaram?

R. Mackin: Mansfield, Ohio, na reunião campal.

Ellen G. White: Nosso povo - pessoas que observam o sábado?

R. Mackin: Sim, nosso próprio povo.

G. C. White: Aquele verso que a Sra. Mackin cantou ontem à noite era improvisado, ou um hino conhecido? [Na reunião de oração, na capela do sanatório, o irmão Mackin dera o seu testemunho nos momentos de louvor, sendo seguido pela Sra. Mackin, a qual cantou.]

Sra. Mackin: Oh! aquele era um de nossos hinos publicados. Encontra-se no novo hinário Christ in Song.

R. Mackin: Ao ouvir aquilo quase não se pode ter uma idéia de como é o seu canto quando as palavras lhe são dadas pelo Espírito Santo. É a coisa mais maravilhosa quando ela canta: "Glória!" Ela diz que, ao cantá-lo, parece estar na presença de Jesus, com os anjos. Repete diversas vezes a palavra "Glória!" Ela foi testada com o piano, e os músicos dizem que é uma anomalia - os graves e os agudos que ela alcança. Só pode fazê-lo quando ora no Espírito e é dotada de poder especial.

Sra. Mackin: Nós não temos este poder; só quando buscamos a Jesus.

"Indiana" X “Caso Mackin”: diferenças e semelhanças
Em ambos os casos nós encontramos elementos musicais e proféticos e ambos envolviam reuniões campais. No entanto, a música das duas experiências é muito diferente. E aqui está a confusão: alguns citam textos de Ellen White referentes ao caso Mackin como se fossem referentes à Indiana, perdendo o contexto histórico. A Carta 338, por exemplo, está ligada ao caso Mackin, e não ao caso da Carne Santa em Indiana.[5] Numa discussão sobre música, é uma questão de honestidade contextualizar as reprovações de Ellen White, dada tamanha diferença entre a música da Carne Santa e a música da sra Mackin.

A Música era Diferente

A música da Carne Santa era feita por uma banda ruidosa, com diversos instrumentos e manifestações físicas. Tal música foi descrita com expressões fortes como:
- “...ruído e confusão”[6]
- “alguns cantando, alguns gritando e alguns orando, todos ao mesmo tempo”[7]
-“... apenas se ouvem os gritos dos que estão quase enlouquecidos”[8]

Já a música da sra. Mackin era constituída de belos e suaves solos, provavelmente a cappella, cantados “no Espírito” (de improviso), e, como vimos, recebeu a seguinte descrição:
- “É o mais lindo tom de voz”.
- "É a coisa mais linda quando ela canta..."
- “parece nos erguer acima da terra”.[9]
O próprio Ralph Mackin destaca a diferença da experiência de sua esposa: um de seus argumentos é justamente que as suas reuniões eram diferentes do que ele tinha lido sobre fanatismo nos escritos anteriores de Ellen White.

Segundo ele, o fanatismo descrito por Ellen White “não corresponde com a nossa experiência. Temos sido muito cautelosos nesta questão e achamos que a experiência pela qual passamos e que procuramos delinear-lhe sucintamente esta manhã condiz exatamente com a experiência dos servos de Deus na antiguidade, segundo é apresentada na Palavra.”[10]

Diferentemente do culto da Carne Santa, a sra. Mackin não era acompanhada por uma banda barulhenta, não gritava histericamente, não usava hinários de outras denominações e cantava até trechos do Espírito de Profecia!

Se a experiência dos Mackin ocorreu através de métodos diferentes dos da Carne Santa, só a intenção ou a decisão prévia justificaria uma artilharia em cima de um único instrumento (no caso, o tambor da Carne Santa). Ou seja, o raciocínio dos que ignoram o fanatismo “em diferentes maneiras” é: “sabemos que o fanatismo acontece com auxílio de qualquer instrumento musical e mesmo sem nenhum deles, mas vamos falar mal só da percussão”.[11]

O pentecostalismo da Rua Azuza, por exemplo, foi acompanhado pelo piano tocado “no Espírito” pela esposa de William Seymour. Assim como a sra. Mackin, ela só conseguia exercitar seu “dom” quando estava “no Espírito”: ela não sabia tocar piano, mas o fazia de modo sobrenatural quando o “Espírito” vinha sobre ela. Na verdade, as primeiras manifestações pentecostais não dependeram de instrumentos musicais:

“Não havia hinários, nem liturgia e nem ordem de culto. Na maioria das vezes não havia instrumentos musicais. Mas ao redor da sala, os homens saltavam, gritavam, dançavam e cantavam.”[12]

Então, a experiência dos Mackin (sem tambores e balbúrdia), a experiência da Rua Azuza e tantos outros fatos deveriam ampliar o leque argumentativo e abrir a nossa visão sobre o fanatismo e o uso de instrumentos.

A reprovação profética foi semelhante
Quando comparamos com o caso de Indiana, vemos que Ellen White usa expressões semelhantes para descrever e para reprovar as reuniões carismáticas dirigidas pelo casal Mackin (relato de 1908). Ela escreve para o mesmo Haskell (para quem ela também escreveu no caso de Indiana)[13], e usa os mesmíssimos argumentos usados no caso de Indiana, com um agravante: nesse episódio ela menciona diretamente os cultos nas "igrejas", e não nas "reuniões campais".[14]

Na experiência extática da sra. Mackin, como no caso de Indiana, a música não é tangencial, um detalhe secundário. Longe disso: a música de origem sobrenatural é apresentada pelos Mackin como uma das evidências de que o Espírito Santo estava com eles. A música ocupa boa parte da descrição que os Mackin fazem de suas experiências, e também é citada explicitamente na repreensão de Ellen White.

Para o casal, Ellen White afirmou que no final aconteceriam coisas “semelhantes a algumas coisas que vocês apresentaram”. É exatamente a mesma advertência que ela faz sobre o fanatismo perfeccionista da Carne Santa. Ou seja, a semelhança entre os fanatismos do passado e o fanatismo do final dos tempos não se restringe a instrumentos específicos.

Assim como no caso da Carne Santa, Ellen White faz uma previsão de que coisas semelhantes aconteceriam no futuro. Ela faz afirmações como:
- “Haverá coisas que acontecerão bem no fim da história terrestre, segundo me foi apresentado, semelhantes a algumas coisas que vocês apresentaram; mas não posso dizer algo sobre esses pontos agora.” [15]
- "Nos últimos dias o inimigo da verdade presente introduzirá manifestações que não se acham em harmonia com a operação do Espírito, mas são calculadas a extraviar os que se acham prontos a acompanhar alguma coisa nova e estranha."[16]
- "Tais casos virão a nós de tempos em tempos. Não demos lugar a essas estranhas tensões mentais, que afastam na verdade a mente."[17]
- “Tenho estudado a maneira de fazer publicar novamente esses casos antigos, de maneira que mais pessoas dentre nosso povo sejam informadas, pois de há muito tenho conhecimento de que o fanatismo se manifestará outra vez, em diferentes maneiras.”[18]
- “Eu disse posteriormente que antes do fim veríamos manifestações estranhas da parte daqueles que professavam ser guiados pelo Espírito Santo.”[19]

E se o tema da música aparece na reprovação ao culto ruidoso da Carne Santa, aparece também na reprovação à experiência dos Mackin. Em sua resposta, Ellen White menciona experiências musicais de fanatismos anteriores e também inclui música em suas advertências:
- "Alguns (fanáticos depois de 1844) dançavam para cima e para baixo, cantando: "Glória, glória, glória, glória, glória, glória."[20]
- "Em nosso falar, nosso canto, e em todos os nossos cultos espirituais, devemos revelar a calma e a dignidade e o piedoso temor que atua em todo verdadeiro filho de Deus."[21]
- "No falar, cantar e em exibições estranhas, que não estão em harmonia com a obra genuína do Espírito Santo, sua mulher está ajudando a introduzir um aspecto de fanatismo que causaria grande dano à causa de Deus, caso lhe fosse permitido qualquer lugar em nossas igrejas."[22]

Aí está um caso de fanatismo musicalmente diferente ("cantar no Espírito"), mas igualmente reprovado por Ellen White.

Conclusões
Vimos que, assim como na campal de Indiana, o casal Mackin protagonizou experiências extáticas que também envolveram música. Existe a menção ao canto e testes musicais feitos ao piano. Não há nenhum relato de gritos, tambores ou danças. Houve “canto no Espírito” (improvisado) e supostos dons de línguas e profecia.

É importante salientar novamente o alerta de Ellen White de que o fanatismo se repetiria “em diferentes maneiras”. E a descrição do fanatismo dos Mackin nos liberta da predestinação exclusiva dos tambores de Indiana e ampliam nossa visão sobre o que é o fanatismo que vai se repetir.

Talvez o atual foco excessivo num tipo de fanatismo (ruidoso, pentecostal, com tambores) acabe deixando uma porta aberta para outros tipos (suave, com ar de solenidade e ortodoxia). Pode ser até mesmo que fanatismos já estejam se repetindo com ar de “conservadorismo vegetariano e pós-lapsariano”, mas como todos estão esperando um fanatismo barulhento e liberal, então ninguém se importa.[23]

Jamais devemos nos esquecer que Satanás opera seus enganos “por intermédio de instrumentalidades de diferentes maneiras”.[24]

Outra questão tem a ver com o material sobre música adventista disponível: eles simplesmente ignoram o caso Mackin. Esse evento dos Mackin e sua "musica no Espírito" obrigatoriamente deveriam aparecer em qualquer pesquisa séria sobre a música do carismatismo adventista em geral e suas implicações proféticas.

Qualquer professor de metodologia de pesquisa reprovaria os levantamentos bibliográficos que entronizam o caso de Indiana (por causa da menção do tambor) e ignoram outras experiências igualmente importantes. Mas certamente o caso Mackin seria bem conhecido se aparecesse ali uma menção a um pandeirinho qualquer...

Lendo algumas publicações sobre música adventista, temos a impressão de que só interessa o carismatismo adventista que envolva música ruidosa com tambores. De outro modo, nada explicaria a constante presença da Campal de Indiana e daquele parágrafo do "haverá gritos, com tambores, música e dança" nos artigos e compilações sobre música.

Então, essa extraordinária experiência dos Mackin não merecia entrar nas compilações sobre música? Os escritores e palestrantes não deveriam se interessar mais por ela?
______________________________________

[1] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 44. Ellen White relata que teve de “enfrentar o fanatismo em suas várias formas” (p. 28), e que “depois da passagem do tempo em 1844, levantou-se o fanatismo em várias formas” (p.34).
[2] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 42.
[3] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 46.
[4] O casal provocou distúrbios em uma campal e chegou a ser preso. Além dos “dons” musicais, o casal também exercia um ministério de exorcismo. Como os volumes 2 e 3 do Mensagens Escolhidas não trazem o relato completo, veja o tópico "The Ralph Mackin Story" em: http://www.whiteestate.org/issues/charism-alw.html
[5] A carta de Ellen White a Haskell, presidente da Associação da Califórnia na época, (Carta 338) é de 26 de Novembro de 1908. Duas semanas antes ela teve o encontro com o casal Mackin (12 de Novembro).
[6] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 36.
[7] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 31.
[8] Arthur L. White, The Early Elmshaven Years, vol. 5, p. 102.
[9] Veja também a descrição do culto da Igreja Católica Apostólica Romana em O Grande Conflito, p. 566-567. É musicalmente excelente e solene, mas espiritualmente nefasto.
[10] Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 374. Após ouvir Ellen White falar das várias manifestações de fanatismo que ela teve que enfrentar, Ralph Mackin disse: “Recordo ter lido muita coisa a esse respeito no volume 1 de Testimonies for the Church ("Testemunhos Para a Igreja") - sua experiência em repreender o fanatismo, e da causa no Leste quando eles marcaram o tempo, creio que em 1855.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 372.
[11] O extremismo em “várias formas” pode ser observado no fato de muitas igrejas proibirem o uso de instrumentos musicais em seus cultos. Dentre elas, podemos citar algumas Presbiterianas, as “Igrejas de Cristo”, os “Irmãos de Plymouth”, algumas Batistas mais antigas, a Igreja Cristã Ortodoxa Oriental, os Amish e alguns Menonitas. Além desses, podemos citar algumas liturgias tradicionais católicas e luteranas feitas totalmente a cappella. Proibir o uso de instrumentos, que já é em si uma forma de extremismo, não conseguiu manter o fanatismo (ruidoso ou silencioso) longe de alguns desses grupos.
[12] Ted Olsen, “American Pentecost”, Christian History, 4/98. O piano que acompanhou os primeiros cultos pentecostais ainda pode ser visto na Bonnie Brae House [http://laist.com/2008/05/24/laistory_bonnie.php?gallery0Pic=3#gallery ].
[13] Infelizmente, alguns utilizam essa carta como se ela tivesse sido escrita no contexto da campal de Indiana, o que não é verdade.
[14] As reuniões campais não tem hoje a mesma relevância que tinham no adventismo da época, mas a cada semana temos pelo menos três cultos nas igrejas. Assim, a advertência dada no caso Mackin é mais próxima de nossa realidade que essa relacionada à Indiana: “É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos musicais para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossas reuniões campais”. Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 57.
[15] Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 367.
[16] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 41.
[17] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 42.
[18] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 44.
[19] Carta 338, 1908, para S. N. Haskell.
[20] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 42.
[21] Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 373.
[22] Carta 358, 1908. Publicada no Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 44-46.
[23] Sobre esses extremos, Ellen White escreveu: “Se Satanás vê que Deus está abençoando Seu povo e preparando-os para discernir-lhe os enganos, trabalha com sua magistral capacidade para introduzir fanatismo de um lado e frio formalismo de outro, para que ele possa ceifar uma colheita de almas.” Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 19.
[24] Primeiros Escritos, p. 43.

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